sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sobre "vamos-prosseguir, falta-tão-pouco"

 
Hey ya, pessoal!
 
(Dei play no meu próprio player e comecei a cantar, fazendo uma dancinha. Consigo envergonhar a mim mesma com uma facilidade única.)
 
Estava pensando em seguir em frente com a lista de coisas. Consegui reunir mais algumas. Relaxem, já já acaba! Por enquanto, vamos ver o que eu consegui coletar.
 
 
13. Namoro o garoto por quem sou apaixonada desde o primeiro dia que nos falamos, há uns anos atrás. A história em si é longa demais. O essencial é que parece uma coisa de filme, sabe?  Sempre que parecia que ele ia sair da minha vida, esse garoto voltava e virava tudo de cabeça pra baixo. Coloca mais uma dose de mimos, porradas diárias e uma parceria pica no League Of Legends e vocês tem o que esse Loirofuels é comigo. (E não, ele não reclamou nem um pouquinho de não estar entre os 12 primeiros fatos.) 

Ótimo suporte no lolzinho, ótimo suporte na vida.
 
 
14. Quero trabalhar em uma editora. Meu sonho é trabalhar dentro de uma editora, sendo a chefona. Se não der para ser cargo top, beleza. Só preciso ter livros nas mãos, lê-los e ter a chance de lançar novos escritores no mercado (inclusive eu mesma, vai que!). Quero opinar sobre as fontes e tamanho das letras, quero melhorar a qualidade das capas que mudam da original pra brasileira e se estragam. (Gostou dessa, July?) Também desejo banir essa palhaçada de capa de livro com cena de filme.
 
15. Sou apaixonada pelo Calvin & Haroldo. Eles são geniais. Sem mas. Queria muito ter verba para poder comprar aquele almanaque quilométrico de grosso com todas as tirinhas dos dois (fica a dica, amigos, para uma vaquinha pro aniversário. Headphones novos também são bem vindos).
 
16. Quando não estou sendo preguiçosa, me amarro em fazer trilhas. Gosto de ir onde as pessoas quase não vão ou onde eu possa ver coisas bonitas e diferentes. Sim, eu sou ultra dependente do meu celular e odeio quando não tem sinal nesses lugares (dá crise de pânico), mas eu me viro bem. Fazer trilha é correr alguns riscoszinhos básicos, o que torna tudo divertido.


Por acaso, essa pessoa sou eu pagando de aventureira.
 
17. Tenho uma aversão moderada a palhaços. Tanto que nunca fui em um circo. Também não sou nem um pouco fã de trovões e raios. E aranhas...
 
 
18. Uma vez, comprei uma zarabatana. Minha antiga escola nos levou para um passeio em uma tribo indígena minúscula lá nos cafundós de Judas. Enquanto as meninas compravam espelhos e pulseiras que os índios fizeram, eu resolvi ousar um pouquinho e trouxe de lá uma zarabatana. Pra quem não sabe o que é isso, as zarabatanas são armas de caça dos índios. São um tubo comprido de madeira, oco por dentro, por onde você pode colocar setas, flechas ou dardos e pode assoprá-los em quem você quer atingir. Segundo o Wikipédia: "A zarabatana é uma arma, não um brinquedo, podendo infligir danos graves." Obviamente eu não fazia ideia disso na época e me amarrei naquele brinquedo bacana até ele começar a apodrecer com o passar do tempo.

Algumas meninas preferem brincar de Barbie.
 
(Só pra constar, eu atirava flechas sem ponta e tampas de pasta de dente. Não tentem isso em casa.)
 
19. Fiz aulas de dança por dois anos. Eram meus momentos favoritos do dia. O problema é que eu não era a melhor, apenas fazia pra me sentir bem. Daí as meninas que se sentiam as strippers profissionais tinham uma mania chata de me empurrar para o fundo da sala. Tenho de admitir, elas tinham belas bundas, mas eu não curtia ficar olhando só para aquilo duas horas por dia. Logo

Adeus, galera! Vou rebolar Beyoncé no meu quarto sozinha.
 
 


20. Eu detesto com todas as minhas forças o filme O Gato (2003). Dá uma vontade de chorar e me esconder na saia da minha mãe quando eu vejo aquele bicho feio, cara, não sei, simplesmente não desce. O filme é baseado no livro O Gato com Chapéu. Não encontrei problemas com o livro (sim, eu dei uma olhada), mas o filme... Aquele ator... E aquela cara de gato dele... Putz! *arrepios*
 
21. Tenho uma rota na vida que implica viajar até a Finlândia e a Rússia. Assustei toda a família e mais alguns quando fui pegar vaga no curso de russo. Mas olha só que plot twist maneiro uma menina pequena e """"graciosa"""" falando com aquele sotaque urgente e grosso.
 
22. Na real, eu gostaria mesmo era de viajar para todos os lugares do mundo se possível, por isso que ser escritora famosa deve ser uma parada maravilhosa. Bem, eu iria em todos os lugares exceto Austrália, porque:
* isolamento
* cangurus agressivos
* ondas muito altas
* aranhas do tamanho da minha cabeça
 
23. Já tive uma fase otaku braba e meu animê favorito era (é) Blood+. Sempre odiei o final e acho que assisti a esse anime pela televisão umas 3 ou 4 vezes. Não satisfeita, fui num evento de anime e cacei o DVD. Só digo um nome: Solomon Goldsmith.

Uma paixonite que durou 5 anos e se liga: é um personagem de anime!
 
(Frustrada uma vida inteira porque ele valia muito mais a pena que o cara estranho de cabelo preto. Valia muito mais a pena.)
 
24. Eu gosto de cantar (mas isso não quer dizer que eu cante bem).
 
25. "Preciso de um drink". Também curto -muito- um vinho (inclusive embarco na tradição de brindar com o meu avô, principalmente quando há alguma vitória a ser celebrada). Ajuda quando estou bastante estressada.

No capricho e urgente.
 

 
 

 26. Sou bastante pontual. Geralmente quando me atraso é porque alguém me atrasou ou aconteceu um imprevisto. Costumo chegar, senão na hora exata que marquei, até uma hora antes. Faço muito isso quando marco em shoppings e fico esperando dentro de alguma livraria ou lanchonete. (Nem preciso dizer que odeio atrasos e essa é uma das coisas que mais me deixa de mau humor).
 
27. Sou apaixonada pelo nome Gabriel. Poderia ser o nome do meu filho, quem sabe.
 
28. Invento histórias em mundos imaginários e romances desde que comecei a ler. E isso foi bem pequenininha.
 
29. Eu escrevia fanfics sobre Harry Potter na época do Orkut. Postava tudo lá na comunidade Fanfiction. Minhas favoritas eram as que eu falava sobre os filhos deles (ou a nova geração), onde eu e minhas amigas encarnávamos os papéis das meninas.
 
30. Por falar em Harry Potter, eu sempre me considerei Corvinal e tenho até a capa do uniforme de Hogwarts que minha amiga trouxe pra mim do parque da Disney. Não sei porque me identifico tanto com essa casa, minhas notas nem são as melhores da escola.
 
31. Minha rotina para gostar de pessoas é estranha. Minha primeira reação (geralmente) é torcer o nariz ou ficar com o pé bem atrás, apesar de eu tentar muito ser agradável. Com o tempo, eu posso vir a gostar muito da pessoa (gradativamente) ou apenas tirá-la da minha vida.
 
32. Não gosto que falem da minha irmã. Já entrei numa discussão porque falaram mal dela (não que ela saiba disso ou precise saber). E também tenho uma coisa meio babaca que é: morro de ciúmes da Bruna. A pessoa pode sair com ela, passear, telefonar, conversar, mas ela é a minha melhor amiga e não é um cargo barganhável. Então podem tirar o cavalinho da chuva e arranjar outra.
 
33. Até os 14 anos, eu lia que o quarto das cancerianas vivia cheio de fotos e achava uma babaquice. Hoje em dia, meu quarto tem um muralzinho perto da cama onde eu me sinto mais confortável guardando o rosto das pessoas que eu amo por perto.
 
34. Conheço todas as músicas da Disney. Principalmente dos filmes que pegaram o começo da minha adolescência (tipo Camp Rock, Starstruck, High School Musical. Desculpa sociedade. São as trash songs da minha vida, acontece).
 
35. Falo muita coisa sem prestar atenção e sem querer dizer. Acabo falando só pra me livrar e pras pessoas me deixarem quieta quando estou ocupada ou preocupada com algo. Me arrependo depois, logicamente.
 
 
Com isso, fico devendo os últimos 15 ítems. Tentarei ser ainda mais breve e rápida.

Cuidado com essa chuva, Rio de Janeiro! Nada de ficar sob árvores durante uma tempestade.
 
Até a próxima.
 


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Sobre o Movimento das Blogueiras e mais uma penca de coisas


E AÍ, PESSOAL?

Hoje estou chegando animada e não é pra menos. Se eu passo o dia longe de casa, fico com saudade, mas quando eu fico fora um pouco, respiro melhor. E ontem foi dia de passar fora na casa da Bruna (@brufreixo) que é o amor da minha vida inútil. De quebra ainda ganhei presentes (e como o ser sacana que sou, adorei!), sendo um deles o Destrua Este Diário. Eu queria esse livro, mas não queria gastar dinheiro comprando pelo simples fato de que eu estaria comprando algo para destruir. Aí veio a Bruna e me deu e tudo bem, começamos a destruição ontem mesmo. Inclusive fizemos um vídeo sobre uma das páginas... Estará no blog já já.

Mas enfim, hoje eu queria focar no Movimento das Blogueiras (odeio esse termo, mas vamos lá). O objetivo do movimento é fazer com que os leitores saibam algo sobre nós e não somente que escrevemos (dã). Então, qual é a proposta, Katia Carlos? É bem simples: fazemos uma lista com 50 coisas sobre nós e vocês lêem e... é isso.

Não consigo fazer 50 coisas. Primeiro porque não consigo pensar em 50 fatos e segundo que eu não sou tão interessante a ponto de manter as pessoas lendo até o número 50... pelo menos não de uma vez só.

Então, vamos fingir que eu seja um pouquinho interessante e vamos quebrar os 50 ao longo de alguns posts. Aqui vão algumas coisas sobre mim.

1. Sou um ser humano comum. Sim, não tenho nada mesmo de mais. Peso normal (um pouco acima do recomendável hehehe), altura baixa, dois olhos, uma boca; também sei amar, abraçar, chorar. Não tenho super-poderes, nem seria aquela protagonista de histórias que alguém chega e "Uau! É você! Tem que ser você!". Não seria eu, garanto.

2. Eu levo a coisa toda de signos a sério. E mapa astral. E lendas urbanas. Mágica também, porque não? Todas as pessoas que escrevem tem que acreditar um pouco, um pouquinho pelo menos que suas palavras podem tremer na folha de papel e virar realidade. Então mágica é um elemento da vida do escritor. Signos... sou a canceriana total. Maternal, amorosa, cuidadosa, agitada, engraçada. Estou falando as coisas boas/aceitáveis para não mencionar o lado ruim, claro. Mas sem problemas: também sou instável, desconfiada, sensível, chorona, impaciente.

3. Tenho em torno de 700-760 livros em casa. Sim, todo os tipos e formatos de livros e não consigo me desfazer deles porque são meus, porque eu os li, porque eu possivelmente chorei ou ri com eles e não se joga livro fora. A não ser que você doe. Aí beleza.

4. Bebo aproximadamente 2 litros de Matte por dia. Se tiver Matte ao meu alcance, claro. Prefiro Matte ou chá a água ou qualquer coisa.

5. Maquiagem é uma espécie de hobbie. Mas não por muito tempo! Acabei de entrar em um curso que vai me dar diploma para pintar todos os seres humanos possíveis. Gosto muito de fazer maquiagem artística, ou seja, transformar as pessoas em monstrinhos adoráveis e lindos. Como por exemplo:


Festa a fantasia, Pedro (@pedromirandaz)

Testes (@brufreixo e @Barbalonte)
 
 
Em breve, no Raphael:

 
 



6. Essa música do player lá em cima é a mais tocada no meu Itunes. Tem tudo a ver comigo. Até o ritmo. Fall Out Boy é maravilhoso. Muitas pessoas não gostam e rolam os olhos, mas na real? I don't care what you think as long as it's como FOB é bacana. Danço todas as músicas dos caras, escuto com uma frequência alta e acho bem libertador. Só falta virem para o Brasil (tô com um forte feeling, preparem-se!).

7. Não gosto de ser sarcástica, mas não é bem uma opção.
Certo, na verdade, eu gosto sim.
Só é ruim quando as pessoas não entendem meu propósito e confundem com ser rude, embora não tenha nada a ver uma coisa com a outra.
Sarcasmo atrai gente sarcástica (e perfeita) e afasta as pessoas perda-de-tempo.
(Quem não gosta disso, pode ter como extra o fato de que eu sou hilária boa parte do tempo. Ei, meu senso de humor não tem limites!)

8. Sou apaixonada pelo Evan Peters. Decorar todos os filmes, seriados e entrevistas que o cara deu é pouco. Quando ele chegou em American Horror Story, eu quase tive um AVC. Ele é simplesmente perfeito. Quando leio um livro de menininha e tem o protagonista gostoso e perfeito, ele automaticamente se torna o Evan Peters na minha cabeça. Caso haja mais de um cara perfeito no livro, sem problemas, eu faço uma versão do Evan cabelos loiros e uma versão cabelos castanhos. Não há limites para o amor!

Meu bolo de 17 anos. E esse gostoso cercado de glacê é o Evan.
 


9. Tenho uma média de 1 a 3 pesadelos por noite. Não sei porque resolvi colocar isso aqui, não é exatamente algo agradável nem uma piada. Eu tenho o sono meio ruim mesmo, mas não é sempre. É um pouco raro, mas nem tanto assim quando eu acordo chorando. Quem já leu 50 Tons de Cinza, é meio daquele tipo que o Christian tem, só que sem os traumas de infância. Meu subconsciente só não gosta de mim, é isso aí.

10. Ter uma mente meio pervertida não é tão ruim. Entendedores não precisarão de mais palavras.

11. Nasci com fones de ouvido grudados na orelha. Isso foi uma metáfora sutil para dizer que tenho sempre meu Ipod no bolso e não tenho medo de usá-lo. Na rua, em casa, estou sempre com os fones no ouvido imaginando alguma cena hipotética que tem 0,000001% de chance de acontecer. Claro, isso irrita minha mãe, meus amigos, conhecidos. Eles precisam gritar no mínimo 4 vezes antes que eu responda. Fazer o que, é a vida. Sem música, sem bom humor.

12. Gosto muito de anjos. Tenho vários livros sobre eles, desenhos, fotos. Anjos são um tema interessante e acredita quem quiser. Não levo para o lado religioso da coisa, de jeito algum. É mais algo meio barroco romantizado. Não sei, tem algo muito delicioso, sexy e puro em anjos.

Por hoje fica só isso, não consigo pensar muito mais. Aos poucos eu completo as 50 coisas.

Até a próxima!


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Sobre cadernos úteis, a primeira música+humor e Vampire Academy

Boa tarde, pessoal!

Estou introduzindo uma novidade aqui hoje, só pelo teste. Seria algo como: antes de qualquer coisa, deixo aqui uma música que traduza um pouco do meu humor no dia ou uma música que eu acordei ouvindo e pensando. Nos próximos posts que houver esse Música + Humor, eu não vou nem indicar, vai simplesmente aparecer o arquivo antes do post e vocês podem clicar para ouvir antes de começar a ler (novamente, se quiserem. Ninguém precisa escutar quando eu quiser colocar Roberto Carlos. Mas isso não vai acontecer, pra deixar claro!).

Quero pedir desculpas já de antemão aos críticos musicais que visitarem o blog. Não vou ser um poço de cultura e pode rolar um pouco de tudo na música do dia, então já sei que vou decepcionar a maioria. Mas não tem problema não, estamos aqui para isso, então bora lá:


Do I Wanna Know? by Arctic Monkeys on Grooveshark

Arctic Monkeys é uma boa banda, eu acabo escutando bastante porque eles tem uma mistura de "Agora você pode e deve ficar deprimido" e então "Seu otário, levante, coloque seus sapatos de dança, só tem uma coisa em sua cabeça!". Não, não é a melhor banda do mundo e não, nem todas as músicas são perfeitas. Mas quando os caras acertam, é strike mesmo.

 
 

Queria falar de cadernos úteis também, ainda mais agora começo do ano, quando o pessoal retorna a escola e o restante se descabela por causa da faculdade. Geralmente sou um pouco viciada em material escolar porque é bonitinho né e todo mundo tem um ponto fraco na vida. Meus cadernos sempre foram muito bem pensados. Só entrava pro clubinho os que tinham muito a ver comigo ou os que eram bem idiotas (qualquer semelhança é mera coincidência).
 
Se eu resolvesse fotografar todos os meus cadernos, ia ficar cheio e zoneado, vão por mim. Vou dar só um sneak peek descrito bem rápido.
 
No primeiro ano do ensino médio, comprei um daqueles caderno de 20 matérias da Alice no País das Maravilhas. (Esse sim é possivelmente um dos meus filmes favoritos da Disney. Eu realmente acreditava que minha vida era bem de cabeça para baixo e a Alice representava isso.) Aquele caderno era imenso, grosso, pesado. Com a mentalidade de um primeiro ano, ele servia mais para que o pegassem e batessem na cabeça das pessoas do que para anotar coisas e, fala sério, não sei bem a diferença entre o caderno de 20 matérias e um tijolo.
 

Minha mãe chama meu quarto de Buraco de Alice.
 
No segundo ano, eu tinha dois cadernos mais leves do Pequeno Príncipe que é uma paixão aguda minha. E por fim no terceiro, a Laryssa ( @Barbalonte ) fez a capa do meu caderno. O original foi um super barato das Lojas Americanas. Um pouco de cores e traços depois e olha só essa belezinha.
 

Frente e verso. Zerei a vida com esse caderno.
 
Como era muita matéria, só esse não segurou, então comprei um bloco do South Park e um caderno dos Simpsons.
 
Mas botando de lado os cadernos escolares mesmo, eu sempre precisei ter um caderno especial na bolsa para anotar coisas, em geral crônicas ou qualquer ideia de história. Então, ao longo de todos esses anos eu vim colecionando pequenos diários de anotações, os moleskines ou riskines. Geralmente compro na Saraiva ou na Submarino ou onde eu veja vendendo. Ou ganho de presente. Vou mostrar minha coleção.
 

1. Meu primeiro caderno de todos. Um pouco azarado. Longa história.
2. Zona de contos.
3. O rascunho do Crônicas Malandras, ganhei da Lora. Pautado.
4. Ganhei da minha irmã, sem pauta. Diário mesmo.

 1. Esses são pequenininhos mesmo. O 1 foi presente da minha irmãzinha July (@judgiovanni). É de folhas recicladas e como o bloco vem amarrado ali dentro, dá para trocar quando acabar.
2. Também presente da July. É bem simples, mas vinha com cheirinho no começo (embora eu não sinta). Uso para (tentar) desenhar coisas que eu gostaria que acontecessem ou que aconteceram.
3. Meu bebê de bolso do Poe. Anoto qualquer coisa nele.  


Rola uns pautados e uns lisos.
 
 
Eu recomendo muito o uso desses moleskines porque facilita muito a vida. Se eu tivesse o selo de qualidade, já tinha marcado aqui! Voltando aos cadernos: tem de vários tamanhos, como vocês podem ver, tem os do tamanho de um livro e os pequenos de bolso, tem de diversas cores e tamanhos e temas. O preço, dependendo do caderno, é meio salgado, mas se você poupá-lo, pode usar 1 ou 2 por ano no máximo. Acabo usando mais por causa das crônicas, mas a média é essa daí.
 
Por último, mas não menos importante, queria falar de Vampire Academy. Quem não conhece, é uma série de livros sobre uma Academia de Vampiros escrita pela Richelle Mead. O próximo post do blog vai ser sobre ela e melhor aprofundado porque vale muito a pena ler. Então, ela escreveu essa saga (mas não apenas essa) com 6 livros e eu terminei o sexto tem poucos dias. Isso aqui merecia era um Selo Choro Eterno. Eu preferia um final melhor, podia até pensar em algumas variações, mas pro que tava acontecendo, o final não foi ruim não. 
 
(Só queria um destaque maior pro Christian, ok, Richelle?)
 
Quem se interessar, pode procurar os livros em alguma livraria ou na Estante Virtual (é um sebo online que eu recomendo muito). Farei uma resenha bacana da saga já já. Muito bem, esse ano vai ser lançado o filme do primeiro livro.
 
Jogaram a direção na mão do Mark Waters que foi o diretor de Meninas Malvadas, Sexta-Feira Muito Louca etc. Ainda estou surpresa pela Lindsay Lohan não fazer o papel da Rose (protagonista de Vampire Academy). Eu acho que ele não vai estragar o filme exatamente, porque os demais filmes dele foram legais, mas ele vai trazer o lance terror, sangue para o lado Meninas-Malvadas da coisa. Vê-se isso pelo cartaz:

É sobre vampiros, mas é rosa pink.
 
Não sei o que pensar ainda, só espero que o filme seja bom. Estarei lá logo na semana de estréia com o amor da minha vida, Bruna (@brufreixo) (Merece um post só pra ela, aguardem!). A única coisa que eu não curti foi o cara que escolheram para ser o Christian Ozera, porreta, é meu amorzinho e o cara lembra o Edward Cullen pra mim, um pouco melhorado. Sei lá. Ó:
 
Tsc.
 
Então, beleza, galera, dia 14 de fevereiro deste ano nos cinemas de todo o Brasil. Confiram os teasers.
 

 Blood is family. Blood is pain. And blood is death.
 

 
 
Ah, Loro, se estiver lendo isso, clica no player abaixo. Espero que te ajude.
 
With Me by Sum 41 on Grooveshark

PS: Melhor marca de cadernos: Jandaia. Sério. Quem curtiu muito Frozen vai AMAR isso aqui: http://cadernosjandaia.com.br/produtos/cadernos/87-frozen

Beijos e até a próxima!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Sobre o fracasso dos filmes de terror, Punk Goes Pop e uma boa bebida.

Fala aí, pessoal!

Hoje resolvi ir ao cinema com o Loro para ver Atividade Paranormal 5 - Marcados pelo Mal. Quem me conhece bem sabe que eu não resisto a uma boa dose de adrenalina, que passo a Sexta-Feira 13 e o Halloween vendo o canal Space de terror direto, que fico meio ligada naquelas sessões do Tele Cine Action que prometem bastante sangue e tudo o mais: não resisto.


 Terror é bom pra cacete.

Acho que minha vida é assim por causa do meu pai. Ele sempre foi bastante fã de um filme porradeiro ou sangrento e eu curtia assistir junto com ele quando era pequena. A única vez que eu não consegui prosseguir foi quando ele me chamou para ver Pânico na Floresta e eu era bem pequena. Sei lá, não vi até o final. Hoje em dia eu já vi esse filme (tanto o 1 quanto o 2) várias vezes e não tem mais sensação alguma.

Entenderam o problema? O terror não faz mais nada hoje em dia.
Não dá medo!



Você entra numa sessão de filme de terror e você borra a calça de rir.
Eu não consigo sentir os pelos arrepiarem, o coração palpitar, eu não consigo gritar de medo (só se for rindo), não consigo olhar ao redor no quarto de noite e ficar nervosa. Os filmes de terror estão cada vez mais decepcionantes e fracassados, para minha infelicidade e dos adoradores de terror.

Tem pouco tempo eu fui ver Carrie (que na versão original já não era amedrontador) e a sessão inteira ria de dar gosto. Em Atividade Paranormal, mesma coisa. Foram inúmeras piadas e não teve um momento que eu tive medo pra valer. O único susto que valeu foi a cena clichê da pessoa se abaixar e a câmera captar alguém atrás dela, essa sempre dá uma acelerada no coração, mas já é esperada em qualquer filme de terror.

As versões de Carrie - A Estranha



Eu realmente queria que o Stephen King salvasse essa geração.
Por favor.

Sou bastante fã do cara e tenho quase a coleção completa dos livros dele. Experimentem Saco de Ossos e A Maldição do Cigano. Vão roer as unhas e ficar "Não... Não! CARA! QUE ISSO?!" Ele é bem conhecido e com certeza todo mundo já viu algum filme dele na vida (Carrie por exemplo é uma adaptação do primeiro e segundo filme Carrie- A Estranha que veio de um livro dele). Ultimamente ele está em cena por causa de seu livro Sob a Redoma que está sendo gravado como uma série se não me engano. Quem curte... é mais mistério que terror, mas tá valendo.

Então: Cemitério Maldito, Christine (O carro assassino), Saco de Ossos, O Iluminado, A Coisa (aquele filme do palhaço) é tuuuuuudo dele.

 Muito mestre o cara. 


Mas então... Aproveitando o momento hardcore, vou mandar uma recomendação que é Linha de Qualidade (preciso de um símbolo para ilustrar meus produtos de ouro nesse blog. Talvez eu peça pra Mãos de Deusa Laryssa { @Barbalonte } desenhar). 

Desde 2000, a gravadora Fearless Records vem fazendo um trabalho que para mim é no mínimo brilhante. Ela reúne bandas punk e faz gravações de músicas de outros gêneros (pop, country, etc) para uma versão punk (podendo ou não ter screamo no meio). Isso salvou algumas músicas pop que eu achava insuportáveis. Então, essa gravadora já lançou diversos CDs chamados Punk Goes Pop. A partir disso, um projeto independente se formou pela Internet usando esse comecinho "Punk Goes..." e completando com o que quiser. Existe punk para todos os gostos: 90's, baladas, 80's, Christmas, Metal, Acoustic. É só jogar no google que dá para baixar todos os CDs (e são vários).

(Justin Bieber, agradeça a banda Issues por salvar sua música Boyfriend.)

Vou deixar aqui embaixo alguns que são os meus favoritos e vocês podem dar uma conferida se tiverem tempo.
What Goes Around Comes Around - Originalmente do Justin Timberlake. Aqui, pela banda Alesana. 

 Heartless. Original: Kanye West. Cover: The Word Alive.

Essa daqui eu conheci através de um fanmade de American Horror Story (Tate e Violet). Enfim... me apaixonei pela banda toda. É Disturbia, original: Rihanna. Cover: The Cab.

Glad You Came. Original: The Wanted. Cover: We Came as Romans. 

Foi uma dura seleção porque gosto de quase todos os CDs, mas vocês podem procurar o restante caso se interessem. É uma ótima.

Para fechar, uma instigação. Quando estiverem com muito calor e uma nota de dez reais no bolso (calma, tem troco!), procurem um Rei do Matte, entrem e peçam um Matte com Menta gelado. De nada!

Beijos e até mais.

 




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Sobre viagem no tempo (só que legal), vendedores e 1selfie.

Ei, pessoal! Tudo beleza?

Já vou começar admitindo que esse post saiu do nada. Pra ser sincera, eu estava querendo falar sobre outra coisa, mas tudo se misturou e enfim, vai ser isso aqui mesmo.

Hoje de manhã eu acordei morta de sono (por ter virado a madrugada jogando LOL, mas isso fica para outro post) e já pulei da cama tendo que dar uma passada no shopping para resolver coisas pra família (pra variar). Se teve uma coisa que me chamou a atenção, apesar de ser bem óbvia, é que os vendedores só são "legais" e "bacanas" com quem eles acham que pode pagar pelo que eles vendem. Ok, vocês vão mandar um belíssimo "ISSO É ÓBVIO!" agora, mas fala sério, saber disso é uma coisa, vivenciar é outra. 

Passei na frente de uma loja hoje que eu havia passado ainda essa semana. Só que, na primeira vez, eu estava voltando da academia e estava meio kenga (Sinclair, gostou? Aderi ao seu adjetivo!), além de não levar bolsa, só uma sacolinha.

A diferença é que eu não estava de sutiã roxo neon. E sim, essa é a Mulher Melancia.

Não é que o vendedor fez pouco caso da minha pessoa? Juro que fiquei sentida e marquei a cara do infeliz. Hoje quando passei lá de novo, entrei na loja como não quer nada. Só que hoje estava diferente porque eu tive tempo de me arrumar e estava mais realeza. Obviamente só fiz isso para alimentar meu orgulho (esnobar o maldito vendedor e fazer pouco caso dos produtos dele) porque é pra isso que eu existo, para ser um pouco troll na vida real. Sei que ele lembrou de mim. Tenho certeza. Não dá pra se esquecer de alguém de cabelo rosa (ainda mais alguém que ele esnobou). 

Mas à parte esse panaca, estava pesquisando sobre algumas coisas interessantes aqui. Meu namorado é viciado em viagem no tempo. Tivemos inúmeros papos sobre isso desde o primeiro dia que a gente se conheceu (tem uns anos). Quando éramos só amigos, às vezes eu me afastava e ele me procurava de madrugada perguntando se eu acreditava nisso, o que eu mudaria se pudesse voltar e então me bombardeava com histórias sobre o assunto. Não reclamo já que o bombardeio com histórias sobrenaturais também.

De qualquer forma, o Loro sempre me indicou muitas séries e filmes sobre viagem no tempo. Algumas eu vi e realmente gostei muito. Vamos concordar, para uma escritora de ficção, viagem no tempo é algo que dá muito gostinho e libera MUITO a imaginação. Para entrar nesse tópico, eu tive que dar uma pesquisadinha para organizar os pensamentos e trazer para vocês uma explicação melhorada do que é considerada a tal viagem no tempo.

O que é viagem no tempo? De acordo com fontes seguras (Wikipédia), seria você dar um pulinho para frente ou para trás no tempo. Você pode voltar para o jardim de infância e dar um cuecão naquele maromba que assombrou seus dias de criança ou pode pular para o dia do seu casamento no futuro, desmanchar tudo e casar com seu melhor amigo. São "possibilidades". Porém, como eu disse, é um tópico que deixa a criatividade fluir, inventar novas coisas. As pessoas acreditam que há a viagem no tempo que exclui passado e futuro, viaja pelo presente. Seria pular de uma realidade paralela para outra. Por exemplo, nessa aqui você trabalha como veterinário e é casado com a Rita. Nesse caso, você pularia para a realidade paralela onde você é solteiro e desempregado. (Sou péssima com explicações, mas é isso aí.)

Mesmo antes do Loro vir com esse papo, eu já trabalhava quase que sem querer essa ideia na cabeça. Como seria estar com um problema aqui, nessa realidade, e em outra não estar? Como seria querer que tal pessoa me amasse, mas aqui ela não pode, talvez na outra realidade... Claro, isso tudo é fantasia e a probabilidade de acontecer é quase nula, mas precisamos alimentar o cérebro com alguma coisa. Antes, eu acreditava que viajar no tempo não mudaria nada. Retroceder cinco anos e evitar que eu morra caindo num bueiro não me impede se virar a esquina e ser atropelada (eu acreditava nisso, no destino já pronto e todos os caminhos culminando ali). Hoje, eu tenho algumas dúvidas. Quero dizer, nós temos escolha, não temos? Se temos escolha e fé, podemos mudar as coisas. Senão, qual seria o propósito de podermos escolher?




Quando esse assunto aparece, cada um pode pensar o que quiser. Mas para aqueles que curtem o quanto podemos bagunçar a realidade viajando no tempo, vou colocar aqui embaixo uma listinha ilustrada de filmes e séries sobre isso que eu vi e/ou recomendo. Existem muitos outros e se vocês jogarem no Google certamente acharão uma maior variedade, mas esses são os meus favoritos ou que eu considero bons (e fica a dica para baixar e fazer um Final de Semana Interdimensional!)

1. De Repente 30

Sintomas: coração palpitando, partido, lágrimas, desespero, morte.

Não vou "resenhar" os filmes porque senão a lista ficaria absurdamente longa, então, conforme forem se interessando, procurem a sinopse online e baixem (novamente recomendo O melhor da telona, link no post anterior). Mas um comentário: esse filme destrói vidas. CUIDADO!

2. Click

 Inesquecível a cena do labrador cruzando com o pato de pelúcia.

Esse filme já é mais moderninho e mistura comédia com algumas cenas que podem vir a emocionar os corações mais sensíveis (na real, acho que todo filme que volta no tempo e remexe nossas vidas dá um aperto no coração, pelo menos comigo. Na ficção, é a mesma coisa).

3. Star Trek

Saudações, amigos nerds.
 
Dica: ver com os amigos. Fazer maratona e ver com os amigos. 
4. Em algum lugar do passado
 
Filme antigo, mas válido.
 
Esse filme quem me recomendou foi meu namorado. Ainda não tive a oportunidade de ver (ele falou ontem), mas pesquisei a sinopse e é o tipo de coisa que me atrai: o cara vê o retrato de uma mulher que viveu no passado, se apaixona e fica louco precisando de uma forma de voltar no tempo e conhecê-la.
5. Planeta dos Macacos
 
 Quem curte Tim Burton, pode procurar a versão semi-nova.

Esse filme é até bem legal, eu recomendo (embora a ideia de sermos governados por animais me deixe meio tensa).

6. O Homem do Futuro

Cinema nacional marcando presença.
 
Assisti esse filme tem poucos dias (apesar de ter o DVD há bastante tempo) e chorei. Fala sério, é muito bonito e tem poucos filmes do Wagner Moura que não me deixam emocionada ou algo do gênero, como um bebê bundão. O cara é muito show; depois com calma faço até uma lista de indicações de filmes dele e do Selton Mello que é outro amorzinho meu. Enfim, nesse filme aí, além de gente linda como o Wagner e a Alinne, tem para aumentar o prestígio a trilha sonora muito boa. 
 
7. Donnie Darko
 
  Não importa sua idade, mentalidade, tamanho ou sexo: você não entendeu esse filme.
 
Donnie Darko é um filme que eu considero MUITO BOM, porém muito mindfuck. Você acha que entendeu o filme, você formula teorias, mas não é nada disso. Não tem nada certo. Mas eu recomendo muito esse filme pelo elenco, pela maneira como foi realizada a filmagem, pela organização dos personagens e pelo final (PRINCIPALMENTE PELO FINAL).
8. Meia- Noite em Paris
 
Essa vai para os hipsters/indies de plantão.
 
Esse filme é bastante conhecido principalmente pelos cults por ser produzido pelo Woody Allen. O cara é muito bom mesmo, trazendo uns filmes engraçados, cabeças e obscuros às vezes, então Meia-Noite em Paris não seria diferente. 

9. O Exterminador do Futuro 
Hasta la vista, baby.
 
Era para ser um filme sério, mas para mim, é impossível ficar séria com o Schuazerneguer na tela. As caras e bocas dele... 
 
10. De Volta para o Futuro (1, 2 e 3)
 
 "What happens to us in the future? Do we become assholes or something?"
 
Coloco vocês de frente para um dos meus favoritos. Essa trilogia é perfeita. Eu assisti quando era bem pequena, um seguido do outro e estou só procurando uma promoção na Submarino para adquirir os DVDs. É engraçado e cativante e o elenco é bonito e a história é maravilhosa. (I love it! <3)

 
(Um pequeno pulo para 2 séries)
11. Doctor Who
 
A fã aqui não sou eu.
 
Estou colocando essa série aqui porque é conhecida, tem um fandom absurdamente grande e reconhecido e meu namorado é fã alucinado. Confesso que me interessei bastante pela série e baixei a primeira temporada que planejo ver logo depois de Supernatural. Mas isso faz parte do meu masoquismo mesmo (vi alguns gifs que indicam que essa série tem momentos de choro profundo, então...).
12. LOST

 O final dessa série é mais tr00l que eu.
 
Tem que ter fôlego, já que tem dúzias de temporadas. Mas vá lá.
Por último, mas não menos importante:
 
13. Efeito Borboleta 
 
 É obrigatório assistir.
 
Eu vou ser bem sincera aqui: esse filme é uma facada emocional. Uma não, CEM. O primeiro, digo, já que os outros eu achei bem fraquinhos. Sério, esse filme destrói qualquer um, mas é obrigatório na vida de todos os seres humanos. YOU SHALL NOT PASS sem assistir!
 
Para quem já assistiu: vou ser má. 
Lidem com isso:
 

Deem play enquanto observam o último gif. Já podem morrer por dentro, de nada.



 *30 minutos de silêncio pela morte da autora desse post*


Espero que tenham gostado das indicações e que possam ver tudo com calma se ainda não viram.

Para finalizar, eu queria apenas mostrar a maquiagem que eu fiz ontem (e até agora estou babando, espero conseguir fazer de novo para alguma festa a fantasia em que eu possa ir de deusa grega ou algo assim). 




 
É isso, pessoal.
Beijos e queijos! 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Sobre o calor e Supernatural

E aí, pessoal?

Está tão quente que eu mal consigo mandar um "bom dia" decente!

Acho que estou começando a acreditar naquele velho papo de fim do mundo indiretamente, porque com essa temperatura chegando a 32° com uma maldita sensação térmica de 50°... Darwinismo é a definição mais precisa dos próximos dias e de quem vai ser capaz de continuar com o corpo sólido. 

Vou deixar anotado para as próximas gerações: esse é o verão mais quente até então. Não nasçam. Não há nada de produtivo aqui no momento. Só há suor, motoristas kamikases de vãs e livros custando mais de 40 reais, o que parece bem próximo da minha definição de inferno.


Uma visão mais precisa do que seria o inferno para mim.

Esses dias eu tenho gostado bastante de ficar no meu quarto, de cara pro gol com um ventilador. Nesse meio tempo, fico assistindo Supernatural. É uma das minhas séries favoritas, daquelas que eu comprei todas as temporadas e assisto repetidamente.

É também uma série muito conhecida, então não acho que eu precise apontar todas as coisas ótimas dela. É estrelada pelos lindos e deliciosos Jared Padalecki e Jensen Ackles que vivem Sam e Dean Winchester (respectivamente). O elenco conta também com meus queridinhos Jim Beaver (Bobby Singer), Misha Collins (Castiel) e Mark Sheppard (Crowley). Spoiler: até as mulheres do elenco são lindas! (Muitos corações na Rachel Miner, que interpreta o demônio Meg a partir da quinta temporada).

Linha de cima começando pela loirinha: Jo; Meg (nas primeiras temporadas) e Meg em outro corpo.
Linha do meio: Ruby (nas primeiras temporadas); Ruby (nas outras temporadas) e Ellen (mãe da Jo).
Linha de baixo: Bella (vigarista), Crowley (<3) e Bobby.


Mas acho que o que eu mais gosto na série (e olha que é difícil de definir o que é melhor quando tudo é ótimo) é a trilha sonora. Eles usam as músicas certas e nos momentos certos e a maioria ou é bastante conhecida ou é tão deliciosa que você corre para procurar. Como dizia meu antigo professor de Geografia: Eu me sinto tarada por isso!

Separei algumas músicas que tocam ao longo da trilha sonora (bem conhecidas) apenas para ilustrar o quanto os produtores de Supernatural são fabulosos.

(PS: Eles têm o irritante dom de me fazer chorar no último episódio de cada temporada. Isso porque o episódio inicia com “THE ROAD SO FAR” lotando a tela e faz uma rápida recapitulação do que aconteceu com os irmãos Winchester até então. Sou uma pessoa que se emociona fácil com fotos ou vídeos passando com uma música de fundo. Qual é, eu acho que assisti ao meu vídeo dos quinze anos umas sete vezes depois da festa e fiquei com lágrimas másculas querendo cair. Como seria diferente com Supernatural?) 

É só dar play e curtir. 







Além do mais, quem tiver os DVDs e puder dar uma espiada nas Informações Especiais dos discos, vai encontrar os Erros de Gravação. Essa também é uma das minhas partes favoritas! O elenco é todo engraçado e palhaço. Jared e Jensen então, às vezes parece que tem 17 anos. Lembro de quando, há um bom tempo atrás, saiu no Youtube um vídeo do Jensen fazendo a performance de Eye Of The Tiger, do Survivor no set de gravação da série. O cara é perfeito, sério.

Eu não consigo ficar séria vendo isso.




Eu prometo, para esse ano, terminar de ver a bendita série. E não devo começar outra porque por mais que eu goste, não tenho saco de acompanhar séries se não for com o DVD em mãos. Não há santo que me dê paciência para baixar episódio por episódio ou assistir online. Nessas horas, sinto falta de uma locadora aqui perto.

Quando acabar, eu posso tentar ler alguma coisa.

Ou lavar a louça daqui de casa.

Ou nada, porque com a sensação térmica de ter o Sol como vizinho, não dá vontade nem de levantar a bunda da cama.

Aos poucos que tiveram algum interesse na série sem tê-la visto ainda, sugiro que procurem no Séries com Legenda ou O Melhor da Telona ( http://www.omelhordatelona.biz/ ) para assistir. Eu juro: vale a pena. Vocês vão rir e chorar muito. Aos que já conhecem, podem me procurar pelo twitter (@veeveeane) caso queiram rir ou chorar comigo, aceito companhia.

Minha dica de ouro hoje é: bebam muita água, Ícaros.




Até a próxima!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sobre a volta do blog!

Tem mais de um ano que eu não escrevo aqui! Assim até parece que eu abandonei o blog (que foi meio o que aconteceu). Ano passado foi o ano de vestibular, então eu acabei escrevendo miseravelmente pouco. Na verdade, nos posts de um ano e pouco atrás, eu comentei que não estava nada animada para o vestibular ou para sequer pisar na escola. E foi assim mesmo. O meu terceiro ano na escola acabou valendo mais por conta de sociais na casa de amigos/conhecidos, as festas e os passeios e algumas noites viradas nas vésperas de provas para decorar o máximo que conseguia.

(Shame on me.)

Por falar em provas, vestibular e coisas estressantes, tecnicamente, a nota do ENEM deve sair hoje. Todo mundo está surtando um pouco e estou seriamente tentando ocupar o meu tempo. Me recuso a entrar no modo Harvard da coisa. Só vai me fazer perder cabelo mais cedo.

Desde o outro ano, muitas coisas mudaram e minha intenção a partir desse post é ir aos poucos mostrando algumas dessas mudanças. Também vou tentar alterar um pouco minha forma (nada) organizada de lidar com o blog. Primeiramente, estarei de olho nos comentários. Qualquer assunto que quiserem eu posso usar, basta pedirem. Em segundo lugar, pensei bastante antes de voltar para cá e estava resolvendo o que faria com esse cantinho. A ideia de escrever sobre moda passou pela minha cabeça, mas como é bem óbvio, eu sou a última pessoa no mundo que entende algo sobre isso. Resenhar livros, filmes e opinar sobre músicas também parecia produtivo (até porque se tem uma coisa que eu posso me gabar na vida é da minha estante com 700 livros), mas alguma hora eu ia olhar para a palavra "livro" e ter um ataque. Odeio coisas repetitivas demais.

A decisão final foi: que tal deixar uma bagunça?


                                                             Por que eu não pensei nisso antes?

 Então não há tema para os assuntos que vão ser abordados por aqui. Vai rolar um pouco de tudo conforme for dando na telha. Vou fazer o possível para minha bagunça ficar o mais confortável o possível para todos os (pobres coitados) leitores do Liberdade. -Aos poucos eu volto a pegar o jeito, estou só esquentando.-

Por falar nessas coisas diferentes, peguei o espírito ousado de 2013 e transformei meu cabelo com tinta rosa. Ultimamente ando sentindo bastante falta do meu cabelo como era antes (e a graça desse rosa vai acabar rapidinho), mas posso dizer que foi bom o quanto durou. Vou deixar explicações melhores do processo de pintar para outro post mais específico.


 Antes e depois.




De qualquer forma, esse post era mais para dar um "Oi" educado antes de sair arrombando o blog de vez. Para mais notícias fiquem comigo por aqui, vai ser divertido (eu acho).